Quarta-feira, 23 de Maio de 2007

Escatológica

Se há coisa que me irrita profundamente, é levantar-me, embonecar-me, tomar o pequeno-almoço, chegar ao trabalho e pimba: dar-me uma urgente vontade de obrar.

Ora, sendo tal acto imprescindível a uma boa manutenção do organismo, incomoda-me à brava que por mais que me limpe com o higiénico papel, passe o resto do dia com a sensação de que tenho o, como dizê-lo, o cú sujo. Pronto, já disse.

Mas porque raio não obro eu quando ainda estou em casa ?

Se alguém tiver resposta a esta pertinente questão, enviai-ma por favor.
Este é um assunto que há anos me azucrina o espírito (e o cú).

Obrigado.

Azoigueiro
publicado por azoigue às 10:01
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De Jeronimo Freitas a 24 de Maio de 2007 às 00:27
caro amigo... o futuro é hoje: toalhetes. Leve toalhetes consigo e sentir-se-á fresco e confortável todo o santo dia... Dê lá uma olhadela no supermercado. E olhe que não será o único... muito bom Homem os usa no maior secretismo e sai a sorrir de limpeza ;) vá conselhos destes deviam ser pagos, mas lá se ia mais imposto para os almoços da politicada... por isso o que está a dar é dar borlas...

Até os há em embalagens pequenas. Vocemecê não vê televisão ? O papel deshigiénico tem os dias contados... uma coisa é limpar a boca a um guardanapo de papel, mas... o rabo, depois de lá passar o que passa dos intestinos, a papel ? Mas isto é o Séc. XVI ou quê ? Que mundo é este que parou nesse assunto ? Admira-me não se usar ainda a folha de couve...
Supermercado, procure e encontra. E se alguém disser que é à gaja, procure bem que essa pessoa os há-de usar também...
De azoigue a 24 de Maio de 2007 às 11:12
Meu Caro Jerónimo,

Obrigado pela dica.
Vê-se pela sua escrita que além de ser um bom escriba, também tem mau feitio :)

Saudações azoigueiras.
De Jeronimo Freitas a 25 de Maio de 2007 às 14:54
Pois que nesse caso por cá passarei mais vezes. Pensamento vago trocarei por escrita precisa na ânsia de não ser rotulado por selo de "banana chiquita" importada a bom preço e de consumo rápido para fugir à oxidação dos tempos recentes.

Não me sentia tão bem desde o Séc. XVIII. Isto de vos ler a partir do meu colo apraz-me, embora numa escritura mais longa me aqueçam as olivas com o calor da máquina. Receio assaduras, que disso não passarão por o uso que lhes dou não ser o mesmo dos tempos de estudo, lá para fins de 1780, ali no quartier latin, junto junto à Sorbonne em dias de névoa traiçoeira que dos espíritos que do tio trazia...

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