Quarta-feira, 1 de Agosto de 2007

As mulheres e a tecnologia

Minhas amigas e fiéis leitoras, gosto muito de vocês, mas lamento informar-vos que no meu dicionário, mulher e tecnologia são palavras que não constam juntas no meu dicionário.

Acham que estou a ser muito mau ?

Então vá.

Quem é que nunca viu uma mulher a teclar a passo de caracol num computador com medo de partir as unhas, hã ?

E a cara de cadelinha abandonada que fazem quando têm um furo num pneu e se põem cá fora a olhar para ele até que chegue um homem que lhes mude a roda ?

E estacionar um carro longitudinamente ? Nem com sensores de estcionamento lá vão.

Programadoras ? Pois, sai código-crochet.

Médicas ? Ui, ui, ui, fujo delas como o diabo da água benta, livra.

Definitivamente, as mulheres estão para a tecnologia como o boi para o palácio, olham, olham, mas não vêem nada.

Mas nem tudo está perdido, há uma tecnologia em particular em que muitas são peritas.
Eu que o diga, que já algumas dessas passaram pelo meu instrumento de medida :P

Beijinhos do

Azoigue
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publicado por azoigue às 01:15
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5 comentários:
De brunomiguel a 1 de Agosto de 2007 às 02:08
Estranho ainda não ter vindo aqui uma feminista refilar... Lá no Interno Feminino, a coisa está acesa por causa de um comentário que fiz sobre as razões genéticas que tornam os homens mais hábeis no manuseamento de ferramentas. Anda lá tudo com a desculpa da pressão social e com altas teorias existencialistas.
Aqui, ao menos, a coisa é sóbria. Bom post!
De Lsantos a 1 de Agosto de 2007 às 12:24
ahaha :D tenho que ir ler esse comentário, mas não posso deixar de concordar com o Bruno :D há de facto uma justificação genética, tal como o há para o "saber ler mapas" :D

eu, muito graças ao meu paizinho trabalhar com ferramentas desde que o conheço, graças a ser maria-rapaz e gostar de fazer carrinhos de rolamentos, graças às aulas de carpintaria e muito graças a ter que me desenrascar sozinha (morar sozinha tinha estas vantagens) desenvencilho-me com a maioria delas.

Montar móveis, trocar hardware, montar caixilhos de lâmpadas (ena, consigo acertar com os fios sem apanhar choque!), martelar, montar cozinhas , no problem...
Agora se há uma coisa que eu tenho consciência que não é muito boa ideia fazer é ter um berbequim ligado nas minhas mãos :D

De Lsantos a 1 de Agosto de 2007 às 12:19
:) vá lá que como, em tudo, há excepções à regra

vamos lá

Quem é que nunca viu uma mulher a teclar a passo de caracol num computador com medo de partir as unhas, hã ?

>> já vi várias :D até sem unhas, mas também já vi homenzitos (sem manicure)
btw, teclo sem olhar para o teclado, bendito PV :D

"E a cara de cadelinha abandonada que fazem quando têm um furo num pneu e se põem cá fora a olhar para ele até que chegue um homem que lhes mude a roda ?"

>> :D eu não troco pneus :)

"E estacionar um carro longitudinamente ? Nem com sensores de estcionamento lá vão."

>> exacto :=) e falta "não saber ler mapas" nem mesmo no gps ;)

Programadoras ? Pois, sai código-crochet.

>> falando por mim, temo em discordar e os meus clientes (técnicos, não managers) também não concordariam :)
crochet, prefiro fazer the real deal mesmo :D

Médicas ? Ui, ui, ui, fujo delas como o diabo da água benta, livra.

>> Também prefiro médicos na maioria das vezes :D Médicas mulheres para além de brutas podem ser cabras ...

Definitivamente, as mulheres estão para a tecnologia como o boi para o palácio, olham, olham, mas não vêem nada.

>> hm nem sempre meu caro, nem sempre



p.s. oh Azoigue, para não estar a escrever um email, não vá eu partir uma unha :D , diga sff ao seu amigo Mário Gamito que o raio dos rss's do Planeta sairam com posts duplicados. Não dois posts, mas o mesmo conteúdo repetido duas vezes e mais em cada post.
De Contradições a 1 de Agosto de 2007 às 18:12
Realmente devo mesmo ser mais dada às letras porque é «burro» e não «boi» a olhar para um palácio. Confesso que não tenho grande apetência pelas novas tecnologias, mas não é nada genético creio eu ;) apenas não tenho paciência para ler manuais ou a prática que leva à adaptação não me é muitas vezes exigida. De facto, é essa mesma preguiça/falta de necessidade que me levam a não cozinhar e como tal a não demonstrar grande apetência para tal. Da mesma forma que não gosto de passar a ferro. Acho que é sociológico sim e tem também muito a ver com a educação. Por isso só faço o quero e me desperta o interesse ou que realmente necessite! Cada qual com o seu instrumento!
De Lu a 17 de Agosto de 2007 às 19:10
Putz que idiota!
Preconceituoso que vive na idade da pedra!

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